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Importância do vice, por João José de Oliveira Negrão26/07/2010Importância do vice, por João José de Oliveira NegrãoA nossa recente (pouco mais de 20 anos) retomada democrática já deu exemplos de sobra a respeito da importância dos candidatos a vice. Tivemos a assunção de Itamar Franco com o impeachment de Collor, a subida ao governo do estado de Alckmin com a morte de Covas e a de Kassab com a saída de Serra da prefeitura de São Paulo para disputar o governo do estado. Outros estados e cidades do país viveram experiências semelhantes.João José de Oliveira Negrãojornalista, doutor em Ciências Sociais e professor no Ceunsp
Uma lei que iguala o país, por Eloi Ferreira de Araújo21/07/2010Uma lei que iguala o país, por Eloi Ferreira de AraújoO Estatuto da Igualdade Racial é um instrumento que oferece uma contribuição substantiva para a consolidação do Estado democrático de Direito. Tendo como pano de fundo a Constituição da República, se estabelecem, pela nova lei, as possibilidades legais para a superação do racismo, num país em que 50,6% da população é de origem negra Eloi Ferreira de Araújoé ministro-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência
Reciclagem e geração de renda, por Izidio de Brito Correia16/07/2010Reciclagem e geração de renda, por Izidio de Brito CorreiaÉ triste ver o governo de Sorocaba reduzir um tema tão importante quanto a coleta seletiva a uma mera disputa de poder, sobre quem "manda mais" na cidade: o Executivo ou o Legislativo. A administração do prefeito Vitor Lippi deixa de implantar uma política municipal de coleta apenas pela satisfação de não reconhecer o mérito de duas iniciativas: um Projeto de Lei elaborado por um vereador da oposição e o trabalho pioneiro desenvolvido pela Cooperativa de Reciclagem de Sorocaba (Coreso). Izidio de Brito CorreiaVereador pelo PT em Sorocaba
Serra e controle da imprensa, por João José de Oliveira Negrão12/07/2010Serra e controle da imprensa, por João José de Oliveira NegrãoFrequentemente, o governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de querer controlar a imprensa. As entidades que agregam as grandes empresas do setor, como a ANJ (Associação Nacional dos Jornais), Abert (Associação Nacional das Emissoras de Rádio e Televisão) e a ANER (Associação Nacional dos Editores de Revistas) - as mesmas que apoiam a desregulamentação da profissão de jornalista - vivem a alardear as "ameaças" à liberdade de expressão, principalmente depois da realização da I Confecom (Conferência Nacional de Comunicação), que debateu temas como pluralidade e participação social nas concessões de canais de rádio e TV.João José de Oliveira Negrãojornalista, doutor em Ciências Sociais e professor no Ceunsp
"Por que apoiamos Dilma?, Por Mino Carta, em Carta Capital05/07/2010"Por que apoiamos Dilma?, Por Mino Carta, em Carta CapitalResposta simples: porque escolhemos a candidatura melhor. Guerrilheira, há quem diga, para definir Dilma Rousseff. Negativamente, está claro. A verdade factual é outra, talvez a jovem Dilma tenha pensado em pegar em armas, mas nunca chegou a tanto. A questão também é outra: CartaCapital respeita, louva e admira quem se opôs à ditadura e, portanto, enfrentou riscos vertiginosos, desde a censura e a prisão sem mandado, quando não o sequestro por janízaros à paisana, até a tortura e a morte.Por Mino Cartaem Carta Capital
A natureza política do caos na campanha de Serra02/07/2010A natureza política do caos na campanha de SerraOs problemas envolvendo a composição da chapa de José Serra não se resumem à biografia política do deputado Índio da Costa. Não se trata exatamente de ausência de programa. Serra e o PSDB têm um programa político e ele pode ser visto na maneira como governam estados como São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. No entanto, diante do êxito das políticas do governo Lula, interna e externamente, e da comparação com o que foi feito no governo FHC, Serra ficou sem espaço. A necessidade de esconder a agenda do PSDB e de inventar um discurso é uma das causas políticas reais das incríveis confusões da candidatura tucana.Carta MaiorEditorial
Pode dar primeiro turno nas eleições, por Luis Nassiff30/06/2010Pode dar primeiro turno nas eleições, por Luis NassiffÉ enorme a probabilidade de a eleição presidencial terminar no primeiro turno. É a opinião dos dois mais respeitados institutos de pesquisa de opinião do país: Vox Populi e Instituto Sensus. Ontem o Instituto Vox Populi soltou sua pesquisa, mostrando vantagem de Dilma Rousseff de 40 a 35% para José Serra. Mas, computando os votos úteis, Dilma salta para 48%, a 2 pontos da vitória no primeiro turno.Luis Nassifjornalista
1º de Julho: Dia da Luta Contra os Pedágios Abusivos do Estado de SP, por José Matos28/06/20101º de Julho: Dia da Luta Contra os Pedágios Abusivos do Estado de SP, por José MatosAs tarifas abusivas de pedágios no Estado de São Paulo impõem sérias barreiras aos municípios e atravancam o desenvolvimento econômico, social e cultural. No trajeto entre uma cidade e outra, parte considerável da riqueza produzida pela Agricultura, Indústria, Comércio e Prestadores de Serviços vão parar nos cofres das concessionárias, sob o manto protetor do Governo do Estado. Para recuperar o equilíbrio das relações entre usuários e concessionárias de rodovias, precisamos dar um basta nesta situação. José MatosCoordenador do Movimento Estadual Contra os Pedágios Abusivos do Estado de São Paulo
A ciências das pesquisas eleitorais, por Luis nassiff24/06/2010A ciências das pesquisas eleitorais, por Luis nassiffDivulgada ontem, a pesquisa CNI-Ibope confirma uma tendência já observada em institutos mais ágeis - como os mineiros Instituto Sensus e Vox Populi: a de crescimento sistemático da candidatura Dilma Rousseff. Na pesquisa de ontem, pela primeira vez, no Ibope, Dilma aparece na frente de Serra fora da margem de erro: 40% dos votos contra 35% de Serra e 9% de Marina Silva. No segundo turno, Dilma venceria por 45% a 38%.Luis Nassifjornalista
Reajuste foi ato de responsabilidade, por Cândido Vaccarezza23/06/2010Reajuste foi ato de responsabilidade, por Cândido VaccarezzaMedidas de remanejamento fiscal, da ordem de R$ 1,7 bilhão, vão ser tomadas para pagar o reajuste de 7,72% para os aposentados Uma razão política, é bom que se reconheça desde já, conduziu a decisão do presidente da República na aprovação do reajuste de 7,72% para os aposentados. Mas uma razão política não é o mesmo que uma razão eleitoral, para supostamente não trazer desgaste à candidata do governo à Presidência, como quiseram entender alguns mais apressados.CÂNDIDO VACCAREZZAmédico, é deputado federal pelo PT-SP e líder do governo na Câmara dos Deputados
Agências investem milhões na oposição venezuelana, por Eva Golinger22/06/2010Agências investem milhões na oposição venezuelana, por Eva GolingerUm relatório preparado pelo Instituto FRIDE, da Espanha, com financiamento e apoio da Fundação Nacional para a Democracia (National Endowment for Democracy - NED) e pelo Movimento Mundial para a Democracia (entidade criada pela NED), revela que distintas agências internacionais investem entre 40 e 50 milhões de dólares em setores da oposição na Venezuela a cada ano.Eva Golingeradvogada, escritora e investigadora venezuelano-estado-unidense
Reforma tributária progressiva, por Hamilton Pereira21/06/2010Reforma tributária progressiva, por Hamilton PereiraConstantemente, a questão tributária brasileira volta ao cenário. O Cruzeiro do Sul de 15/06, por exemplo, afirma na primeira página do caderno de economia que o "Sorocabano já pagou R$ 141 milhões em tributos neste semestre", a partir de dados apontados pela Associação Comercial de São Paulo e o trambolhudo painel que ela instalou no centro de São Paulo - para ela, o Cidade Limpa, do Kassab, não vale --, com o horrível nome de "impostômetro". De passagem, vale lembrar da forte ligação da Associação Comercial com Guilherme Afif Domingos, do DEM, candidato a vice-governador de SP.Hamilton Pereiradeputado estadual (PT)
Lula concede aumento de 7,7% para aposentados, por Triniti17/06/2010Lula concede aumento de 7,7% para aposentados, por TrinitiO presidente Lula sancionou o reajuste de 7,7% para os aposentados que ganham mais de um salário mínimo. Isso caiu como uma bomba para a oposição e parte da mídia. Ao aprovar a proposta na Câmara dos Deputados e no Senado, PSDB, DEM e PPS não tinham dúvidas de que o presidente vetaria o aumento acima da proposta inicial do governo que era de 6,5%. Caso Lula vetasse o aumento de 7,7%, os partidos e a imprensa oposicionista iriam transformar o ato em bandeira de campanha. Ou seja, tentaram colocar uma casca de banana para Lula escorregasse. Porém, Lula sabe muito bem onde pisa e o que está fazendo.José Carlos Triniti FernandesPresidente do PT de Sorocaba
País não pode tolerar trabalho escravo, por Paulo Vannuchi17/06/2010País não pode tolerar trabalho escravo, por Paulo VannuchiO combate ao trabalho escravo ganhou destaque na agenda política das últimas semanas com a visita ao Brasil da relatora especial da ONU para formas contemporâneas de escravidão, a advogada armênia Gulnara Shahinian, e a realização do 1º Encontro Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, sediado em Brasília.Paulo Vannuchiministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República
Os gargalos como fator de desenvolvimento, por Luis Nassiff17/06/2010Os gargalos como fator de desenvolvimento, por Luis NassiffMuitas vezes vista como intocável, superior, a teoria econômica na verdade é uma espécie de convalidação a posterior de um jogo de interesses econômicos que se tornam hegemônicos. Não se pense que estou desmerecendo a análise econômica, longe disso. Ocorre que há inúmeros modelos, inúmeras maneiras de atingir os objetivos de uma economia - o desenvolvimento, a geração de empregos e renda, o bem estar social. Na arena política, no dia a dia da economia, no entanto, os interesses de grupos se sobrepõem ao interesse mais amplo do pais ou mesmo à lógica econômica. E aí tratam temas de interesse de grupos como sendo de interesse do país.Luis Nassifjornalista