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05/05/2010Jorge Hage: Controladoria lança portal para garantir transparência às obras da Copa e das OlimpíadasOs portais da Copa 2014 e das Olimpíadas 2016 serão lançados no próximo dia 4. Serão divulgadas as obras previstas no dossiê da candidatura e na matriz de responsabilidade, da Olimpíada e da Copa respectivamente. A ideia é informar a população desde a proposta de realização de uma obra. Todos estarão cientes sobre as fontes de recursos previstas, o órgão supervisor e o financiador, se vai haver recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ou da Caixa Econômica Federal ou será recurso internacional.
Em Questão |
23/04/2010"Aprovação de Lula cresceu em SP e vai me beneficiar", diz MercadanteAos 55 anos, o senador Aloizio Mercadante disputará pela segunda vez consecutiva o governo estadual de São Paulo pelo PT. Nascido em Santos, economista formado pela USP, com mestrado pela Unicamp, vai enfrentar a força tucana em São Paulo.
O pré-candidato do PT ao Palácio Bandeirantes vai explorar na campanha as políticas federais em São Paulo por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do programa de habitação "Minha Casa, Minha Vida" e de convênios dos ministérios da Saúde e da Educação fechados com municípios do Estado. O senador argumenta que desta vez o número de partidos aliados é muito maior, o que ajuda a aumentar o tempo de propaganda eleitoral gratuita da TV e no rádio.Valor Econômico |
23/04/2010‘São Paulo tem os pedágios mais caros do mundo', afirma Hamilton PereiraDe origem metalúrgica, Hamilton Pereira (PT-SP) foi eleito deputado estadual por Sorocaba/SP pela primeira vez em 1994, com pouco mais de 19 mil votos. Transcorridos mais de três qüinqüênios, Hamilton tornou-se um dos deputados petistas mais influentes da Assembléia Legislativa de São Paulo. Árduo opositor da denominada "era tucana" no Estado, o parlamentar gentilmente concedeu uma lacônica entrevista onde expõe suas teorias sobre as eleições de outubro, opondo-se radicalmente à ala que, segundo ele, "quer ver o Brasil andando para trás". A seguir, trechos da entrevista.Por Fernando Grecco |
22/04/2010"A direita virou agora defensora da Chesf", Luiz Inácio Lula da SilvaO presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu que houve falhas na elaboração do projeto de reestruturação da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e disse ter cobrado do ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, uma resolução para o assunto "porque é pouca coisa para a gente ficar brigando por isso". Ele acusou a "direita" do Nordeste de se apoderar do debate que envolve a suposta perda de autonomia da Chesf em favor da Eletrobras valendo-se de "erros cometidos pelos companheiros que elaboraram a portaria de regulamentação de participação das empresas". Mas Lula foi firme ao defender o fortalecimento da Eletrobras e as mudanças na estatal. As primeiras declarações públicas do presidente sobre a Chesf foram feitas em entrevista exclusiva ao Diários Associados, concedida ontem pela manhã na biblioteca do Palácio da Alvorada, em Brasília.Diário de Pernambuco |
14/04/2010Entrevista com Alencastro: A política pós-LulaPara o historiador e cientista político Luiz Felipe de Alencastro, os cenários políticos que podem emergir das urnas, em outubro, contêm elementos preocupantes, seja quem for o vencedor. Michel Temer, como eventual vice-presidente de Dilma Rousseff, tenderia a comandar um PMDB fortalecido demais, a ponto de comprometer o poder da presidente. Quanto a José Serra, Alencastro entende que o ex-governador de São Paulo, embora tenha "muita experiência" e seja "um grande líder", tem "um problema sério", derivado da dificuldade de formular uma proposta que se diferencie de políticas que se mostraram bem-sucedidas no governo Lula. Essa situação pode trazer certo conforto para a candidata do PT, mas está aí outro motivo de inquietação", pois "não é sadio para país nenhum a ausência de alternância política".Diego Viana - Jornal Valor Econômico |
12/04/2010Entrevista à Rede Bom Dia-Diário de São Paulo: "Disputa é entre propostas, não pessoas"O presidente Lula concedeu, no último dia 7 de abril, entrevista à Rede Bom Dia e ao jornal Diário de São Paulo, na qual falou sobre sua participação na campanha eleitoral deste ano, a necessidade de uma reforma política e a responsabilidade dos partidos nessa questão, a favelização das cidades e o desenvolvimento desequilibrado que o País sofreu durante muito tempo, a importância dos projetos do PAC para o crescimento sustentado brasileiro, presos políticos em Cuba e também sobre as especulações sobre sua candidatura ao secretariado-geral da ONU, entre outros assuntos.Blog do Planalto |
12/04/2010‘Nós estamos emergindo e vamos continuar a emergir', Marco Aurélio Garcia"O Brasil deixou de ser o eterno país do futuro, acho que o futuro chegou, um pouco. Por que nós éramos o eterno país do futuro? Porque éramos um país rico e profundamente desigual. E essa desigualdade não era simplesmente de renda. Era uma desigualdade de gênero, étnica, que se dava em termos regionais, em termos educacionais, assimetrias culturais etc. Nós começamos a resolver a desigualdade social em termos de renda. E demos alguns passos importantes para resolver os temas das desigualdades regionais". A avaliação é de Marco Aurélio Garcia, Assessor da Presidência República para Assuntos Internacionais, em entrevista para a revista Desafios do Desenvolvimento, do IPEACarta Maior |
05/04/2010Dilma rebate Serra: O PT não tem medo do embate ético com os tucanosEm entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, publicada nesta segunda-feira (5), a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou que o foco sobre a "questão ética" proposto pelo pré-candidato tucano, José Serra, não assusta o PT. "Esse debate é muito bom para a gente", rebateu Dilma, ao citar o trabalho realizado nas operações da Controladoria-Geral da União com a Polícia Federal. "Acabamos com a figura do engavetador-geral".Estadão |
26/03/2010Miriam Belchior: Novo conceito de hidrelétrica harmoniza desenvolvimento com preservação ambientalEm entrevista ao Em Questão e à emissora NBR, a secretária-executiva do PAC, Miriam Belchior, da Casa Civil, explicou como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) fez aumentar os investimentos no Brasil, crescer o emprego e a renda de trabalhadores e ainda sustentar o País diante da crise econômica mundial.
Em sua nova fase, o PAC 2, que será lançado na próxima segunda-feira, trará novidades como investimentos em um novo conceito de construção de hidrelétricas, as usinas-plataforma.
Em Questão |
16/03/2010"A cultura é importante para o desenvolvimento social e econômico do País", diz Juca FerreiraLeia os principais trechos da entrevista do ministro da Cultura, Juca Ferreira, ao programa Bom Dia Ministro, que é transmitido ao vivo para emissoras de rádio em todo o Brasil.Em Questão |
05/03/2010"Ansiedade de fazer Lula presidente brecou projeto paulista", afirma Edinho SilvaEdinho Silva, presidente do diretório do PT-SP, trabalha para construir uma liderança para disputar o Estado. A dificuldade está no enfraquecimento regional do partido, depois que o presidente Lula Inácio Lula da Silva chegou ao poder. Edinho reclama da indefinição do deputado Ciro Gomes (PSB), que atrasa as campanhas nacional e estadual do PT em São Paulo.Publicado no Jornal Valor Econômico |
03/03/2010"Não vamos recusar nenhum apoio", diz ministro sobre palanques de DilmaO ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, é o ministro do Twitter, mas é também um dos protagonistas do segundo mandato do governo Luiz Inácio Lula da Silva e autoridade próxima à pré-candidata do presidente à sua sucessão: a ministra Dilma Rousseff.
Padilha recebeu o R7 há duas semanas, no ministério das Relações Exteriores, em Brasília, e, apesar de negar ser um braço direito da ministra, está em "todas" com a presidenciável, sendo presença garantida na maioria dos eventos ou viagens da pré-candidata. Para Padilha, a ministra é a pessoa mais preparada para assumir o governo porque nunca "premeditou" nem "trabalhou" para isso, e disse que Dilma é a continuidade do lulismo.
Andréia Sadi, do R7 |
22/02/2010Dilma: "Você acha que sou um poste?"Dilma rousseff já fala como candidata à presidência. Falou pela primeira vez numa entrevista a ÉPOCA, concedida na última quinta-feira, dia de abertura do Congresso do PT que a aclamou como o nome do partido para disputar a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Escolhida candidata por Lula, Dilma se apresenta como a melhor alternativa para dar continuidade aos projetos do atual governo. E faz questão de rebater a acusação dos adversários de que seja apenas um títere do presidente: "Duvido. Duvido que os grandes experientes em gestão tenham o nível de experiência que eu tenho. Duvido". Mas, questionada sobre a possibilidade da volta de Lula em 2014, Dilma aceita a hipótese. "Sem sombra de dúvida, ele pode. O presidente chegou a um ponto de liderança pessoal, política, nacional e internacional que o futuro dele é o que ele quiser", diz a ministra-chefe da Casa Civil - posto de Dilma até 2 de abril, quando deverá deixar o cargo para disputar as eleições presidenciais.Revista Época |
22/02/2010Vaccarezza: "Não partilho do discurso do já ganhou"Vaccarezza: "Não partilho do discurso do já ganhou. Temos de trabalhar para consolidar o favoritismo de Dilma. Ela já é a favorita". O líder do Governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza, concedeu entrevista ao blog de Josias de Souza. Leia, abaixo:Site do Vaccarezza |
19/02/2010'A campanha de Dilma será pragmática', diz DutraNa semana em que assume o comando nacional do PT, o ex-senador e ex-presidente da Petrobras José Eduardo Dutra admite que, depois de 30 anos, o partido transformou-se numa legenda pragmática. Até hoje, poucos admitem publicamente essa mudança de comportamento. "O PT é um partido pragmático! Qualquer partido que queira governar, tem que ser pragmático", afirma Dutra. Nesta entrevista ao GLOBO, concedida antes do mal-estar com o governador Sérgio Cabral, ele diz que na campanha de Dilma Rousseff também prevalecerá o pragmatismo.Maria Lima e Gerson Camarotti - O GLOBO |
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