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Segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Fábio Konder Comparato - “Não pode haver poder sem controle”

Fábio Konder Comparato - “Não pode haver poder sem controle”

O jurista Fábio Konder Comparato, 75, professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, é um homem de fala pausada e opiniões claras. Firme opositor da ditadura militar (1964-85), ele abraçou várias causas cidadãs e voltadas para o respeito aos direitos humanos, nos anos seguintes.

Na década de 1990, Comparato esteve na linha de frente dos que tentaram impedir o processo de privatização das empresas estatais. "Um crime contra o país", diz ele. Mais recentemente, seus esforços focaram-se para uma nova interpretação da Lei de Anistia, de 1979, à luz da Constituição Federal e do Direito Internacional. "O crime de tortura é imprescritível. Não há como a democracia avançar sem examinar essa questão do nosso passado". A causa dos direitos humanos o levou a outra seara, conectada com as anteriores: a luta pela democratização das comunicações.

Há vinte anos, Comparato, juntamente com outros intelectuais e professores, está no comando de uma ousada empreitada, que poderia ser considerada a síntese de sua atuação pública, a Escola de Governo de São Paulo. Fundada por ele e por Celso Lafer, Claudineu de Melo, Eros Grau, Goffredo da Silva Telles Junior, Marco Antônio Rodrigues Barbosa e Maria Victoria Benevides, a Escola capacitou mais de 600 lideranças e dirigentes políticos ao longo desse tempo. A missão da entidade, segundo sua página na internet, é "atuar politicamente para a transformação da sociedade brasileira, na defesa e promoção dos direitos humanos, dos valores republicanos e democráticos, da ética e do desenvolvimento nacional".

Perfil

Fábio Konder Comparato nasceu em Santos (SP) e formou-se pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde é professor titular aposentado. É doutor em Direito pela Universidade de Paris e doutor Honoris Causa da Universidade de Coimbra. Apesar de ter se especializado inicialmente em Direito Comercial, ele notabilizou-se como defensor de Direitos Humanos e Direito ao Desenvolvimento.

Comparato foi um dos proponentes do pedido de impedimento do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1992, e foi autor de uma ação popular contra a privatização da Companhia Vale do Rio Doce, juntamente com outros advogados. É também um defensor da atuação dos movimentos sociais.

Tem publicados, entre outros, os livros Afirmação Histórica dos Direitos Humanos (Saraiva, 2005), Para viver a democracia (Brasiliense, 1989) e Muda Brasil - Uma Constituição para o desenvolvimento democrático (Brasiliense, 1987). Foi ainda membro do Conselho Nacional de Proteção do Consumidor e do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Humana.

Numa fria manhã do inverno paulistano, Fabio Konder Comparato conversou com Desafios do Desenvolvimento. Os principais trechos estão a seguir.

Desenvolvimento - O senhor foi um dos criadores da Escola de Governo. Como ela funciona?

Comparato - Quando a Escola foi criada, há vinte anos, o objetivo era formar dirigentes políticos, que soubessem aplicar a Constituição e tivessem um domínio de certas técnicas administrativas, como de política econômica, por exemplo. Mas, aos poucos, eu fui me dando conta que a Constituição de 1988 é uma simples fachada e que a realidade era o poder oligárquico. E de outro lado, percebi que não deveríamos formar dirigentes políticos, mas educadores políticos. Ou seja, seria indispensável que a chamada Escola de Governo se transformasse em uma escola de cidadania. Paulatinamente, nós passamos a mostrar essa duplicidade política. Há uma fachada constitucional brilhante, que esconde uma realidade política oligárquica, muitas vezes, cruel. É um poder oligárquico sedutor, que recorre à violência em último lugar, que procura se apresentar como protetor dos fracos e dos pobres e que mantém uma capacidade de concentração de poder, de absorção das técnicas de última geração para o exercício da dominação política. É uma capacidade invejável.

Desenvolvimento – Como a Escola se desenvolveu?

Comparato - Ela sempre foi artesanal e vive principalmente em torno de três pessoas, a professora Maria Vitória, o professor Claudineu de Melo e eu. Depois de duas décadas, nós não temos condição de continuar com a Escola de Governo. A lei biológica faz com que as pessoas envelheçam. Assim, essa primeira fase vai terminar neste ano. Será reaberta uma outra escola, por uma geração de ex-alunos. Nós não queremos influir sobre isso.

Desenvolvimento- A Escola é uma entidade privada?

Comparato - É uma associação civil particular sem fins lucrativos e se beneficiou de um convênio com a Universidade de São Paulo. Ela formou vinte turmas, com uma média de sessenta alunos em cada uma delas. Tivemos alunos como o Ministro Gilberto Carvalho, o deputado João Paulo Cunha, o sociólogo Benedito Mariano, entre outros.

Desenvolvimento – Como é a estrutura pedagógica?

Comparato - Os cursos têm duração de um ano. Existe um curso anual pago e um semestral gratuito, que foi criado em aliança com as lideranças sindicais e agora funciona mais ligado a movimentos sociais. A Escola não tem nenhum viés ou estrutura acadêmicos. Aliás, os professores que têm perfil acentuadamente acadêmico são maus professores na Escola. Queremos formar educadores políticos. Não é preciso nenhuma formação escolar para se matricular no curso. Tivemos alunos destacados que tinham somente o curso primário. Não há avaliação acadêmica, mas exigimos alguns trabalhos. Ultimamente, temos organizado visitas a pontos sensíveis sob aspecto social e político, como acampamentos do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e comunidades pobres da periferia de São Paulo. Levamos o pessoal a Parelheiros [bairro pobre da região sul da cidade de São Paulo] e insistimos: vocês precisam saber quais os problemas sociais da comunidade. Em segundo lugar, é preciso ver qual a causa disso, se ela está no local ou fora dele, se os causadores estão atuando ainda ou não. Depois, é preciso definir um programa de ação e ver quais seriam as soluções para os problemas.

Desafios – E como são as disciplinas?

Comparato - No primeiro semestre apresentamos os três grandes princípios éticos da política, a organização do Estado e alguma coisa de relações internacionais. E no segundo semestre, políticas públicas.

Desafios – O senhor disse no início que vivemos uma duplicidade política, entre a Constituição e a realidade. Como se dá isso?

Comparato - Eu me dei conta que o povo é o grande ausente da história política nacional. O povo é tratado pelos políticos, com raras exceções, como uma massa ignorante, que só se preocupa com futebol. Para eles, é preciso afastar o povo da vida política. Aliás, essa é a grande tradição capitalista. O poder supremo esta em mãos de quem? A Constituição diz que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. Isso é a fachada constitucional. Mas qual é a realidade do poder? Em primeiro lugar, a famosa democracia direta. O artigo 14 da Constituição diz que o plebiscito e o referendo são manifestações da soberania popular. Mas, escondido dentro da Constituição, no artigo 49, encontramos que é de competência exclusiva do Congresso Nacional autorizar a realização de plebiscitos e convocar referendos, mecanismos da democracia direta. Assim, o povo só exerce sua soberania quando é autorizado pelos seus representantes. Concluindo, na realidade política, todo poder pertence aos grupos oligárquicos que o exercem por meio dos representantes do povo. O povo continua como se fosse soberano.


Desenvolvimento – Como tal característica se relaciona com a economia?

Comparato - Estou estudando ultimamente o capitalismo sobre dois aspectos: como civilização e como poder. O capitalismo é a primeira civilização mundial da história. Ele só teve um adversário de peso, que foi vencido em setenta anos, o comunismo. Hoje, ele domina todas as culturas, ele se impõe a todas as religiões e exerce um poder incontrastável. O poder capitalista possui características muito originais. Em primeiro lugar, é um poder oculto, ele nunca se apresenta como ultra-poderoso, como o comunismo e o fascismo. Ele nunca faz propaganda da sua força. E, além disso, ele só recorre à violência em último caso. É um poder sedutor. E há um outro aspecto do poder capitalista que merece ser assinalado. É um poder dissimulador, que a partir do século 18 tomou emprestado o discurso dos Direitos Humanos para se apresentar como o seu grande defensor. Por exemplo, uma minoria de nós juristas sabemos perfeitamente que a propriedade só é um direito humano quando ela diz respeito a bens indispensáveis para se manter uma vida digna. Mas quando a propriedade é um instrumento de poder, ela não é um direito humano.

Desafios – A propriedade está ligada à questão dos direitos individuais, não?

Comparato – A liberdade individual é um direito quando diz respeito aos aspectos da vida que são indispensáveis para a manutenção da dignidade humana. É preciso que cada um tenha uma liberdade de consciência, de religião, de exercer a profissão que quiser etc. E o capitalismo o que tomou disso? A liberdade de atividade econômica e a apresentou como sendo um direito humano. Como assinala Fernand Bradel, não existe capitalismo sem apoio do Estado. O capitalismo, portanto, sempre se interessou pelo poder político. Ele procurou sempre afastar o povo do poder político. O poder político é uma imposição que exige consentimento. Esse consentimento no passado era tradicional, natural, fundado, por exemplo, na religião, nos valores dos ancestrais. Com a Idade Moderna, esse consentimento precisou ser produzido, porque as religiões se enfraqueceram e os valores tradicionais perderam sua influência. Para produzir esse consentimento em uma sociedade de massas, os líderes capitalistas perceberam que era preciso se apropriar dos meios de comunicação de massa. Hoje, o controle da imprensa, do rádio e da televisão, das comunicações telefônicas e da internet é indispensável para a manutenção do poder capitalista.

Desenvolvimento – Qual a relação entre poder e meios de comunicação?

Comparato - O Brasil é um exemplo da mais selvagem privatização dos meios de comunicação de massa. Isto começou em meados do século 20, mas se acentuou enormemente com o regime militar. Era preciso estimular o consentimento popular para o exercício da dominação militar. Como as forças armadas não queriam por si mesmas construir um arcabouço de comunicação estatal, apostaram todas as fichas na Rede Globo. A partir daí, a Globo não ficou sozinha, mas ela tem hoje três quartos das verbas publicitárias do mercado – o que significa poder. Se nós tomarmos as outras três grandes redes de comunicação social, as quatro em conjunto detêm a maior parte das verbas de publicidade do mercado.

Desenvolvimento - O senhor teve há alguns anos um atrito com a Folha de S. Paulo. Como foi isso?

Comparato - Esse episódio, devo confessar, me abalou muito, porque eu ainda tenho algumas qualidades tradicionais. Fui professor do diretor de redação da Folha e a partir do convite do pai dele, escrevi no jornal durante 30 anos. Quando eu me pronunciei contra um editorial da Folha [de 17 de fevereiro de 2009], segundo o qual o regime militar tinha sido uma “ditabranda”, fiz isso através de uma carta. O jornal tinha a liberdade de publicar ou não. A Folha publicou e fez questão de colocar uma nota de rodapé, dizendo que simplesmente eu era cínico e mentiroso. O que objetivamente sob o aspecto do direito penal constitui em si uma injúria. Eu não ingressei com uma queixa-crime, mas entrei com uma ação de danos morais. E o que eu pedia na ação? Que a sentença favorável a mim fosse publicada no jornal, como forma de responder àquela injúria. Perdi em primeira instância e perdi em segunda instância no Tribunal de Justiça de São Paulo, por unanimidade. O poder judiciário tem muito receio dos meios de comunicação de massa. Soube recentemente que um ex-desembargador foi contratado pela Folha para conversar com os desembargadores da Câmara que julgou o caso em apelação. Quem me revelou isso foram os funcionários do Tribunal, que ficaram indignados. Não sei se a atitude do jornal foi mesmo ideológica ou pessoal. De qualquer forma, o que importa não é o meu caso, que na história brasileira não tem a menor importância. Importa é saber que os meios de comunicação de massa são grande instrumento ideológico do poder capitalista, que como sempre não aparece.

Desenvolvimento – Como o senhor vê a legislação sobre o direito à comunicação no Brasil?

Comparato - No ano passado, entrei em contato com a Ordem dos Advogados do Brasil e propus que fosse ajuizada uma ação direta de inconstitucionalidade por omissão do Legislativo sobre vários dispositivos constitucionais que não foram regulamentados por lei, como o direito de resposta, a proibição de monopólio e oligopólio e a regulação do conteúdo dos programas de rádio e televisão. A Ordem não quis propor a ação. Então, eu procurei uma federação dos trabalhadores no campo da comunicação. Trata-se da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Liminarmente, a ministra relatora, Ellen Grace, julgou que a autora, essa federação, não tinha legitimidade, porque embora a Constituição fale em entidades de âmbito nacional, ela entendia que somente as confederações poderiam propor a ação. Eu então procurei a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Comunicação e Propaganda, que aceitou ser a autora da ação. Ao mesmo tempo, procurei o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Entrei com duas ações de inconstitucionalidade por omissão.

Desafios – E qual o resultado?

Comparato - O Senado e a Câmara, ao invés de simplesmente se manifestarem, se consideraram réus. Apresentaram uma série de argumentos, contestando a ação e, no mérito, argumentaram que não há nada sem regulamentação. Alegam que no Senado Federal há mais de vinte projetos de lei a respeito das normas de comunicação social. Ou seja, para o Senado, legislar significa fazer projetos de lei. Nenhum deles foi votado. Mas isso é tido como legislação! A Advocacia-Geral da União manifestou- -se no mesmo sentido: tudo está regulamentado, não é preciso regulamentar mais nada. Ora, eu insisto nesse ponto, o Advogado-Geral da União, pela Lei Orgânica da AGU, mais precisamente artigo 3º, parágrafo 1º, é submetido à imediata, direta e pessoal supervisão do presidente da República. Portanto, há uma presunção legal de que, nesse processo, a AGU falou pela presidenta, Dilma Rousseff. A Procuradoria Geral da República está há três meses para dar seu parecer e provavelmente não dará neste ano. Em outra situação, quando a OAB propôs uma ação a respeito da Lei de Anistia, a Procuradoria Geral da República tinha cinco dias para se manifestar. Demorou exatamente um ano para apresentar a sua manifestação.

Desafios – O senhor tem se dedicado à questão da Lei de Anistia, aprovada em 1979. Há uma grande controvérsia sobre ela. Qual sua posição a respeito?

Comparato - Eu, na verdade, tirei a Lei de Anistia do armário onde ela estava escondida. Eu insisto no fato de que ela deveria ser reinterpretada. A Constituição diz expressamente que crimes de tortura não podem ser anistiados. Consegui que o Conselho Federal da OAB fizesse uma arguição de descumprimento desse direito fundamental. Propusemos ao Supremo Tribunal Federal uma interpretação da Lei de Anistia, de acordo com a Constituição em vigor e com o sistema internacional de direitos humanos. E o Supremo Tribunal Federal, por sete a dois, teve o desplante de afirmar que a nossa ação visava modificar e revisar a Lei de Anistia! Logo depois, em 24 de novembro de 2010, houve a decisão unânime da Corte Interamericana de Direitos Humanos, considerando que a Lei de Anistia brasileira, tal como interpretada pelo Supremo, não tem efeito jurídico. Ela viola flagrantemente a Convenção Americana de Direitos Humanos, à qual o Brasil é signatário. O meu empenho tem sido o de obrigar as autoridades brasileiras a cumprirem aquela sentença.

Desenvolvimento – A questão é a de se anistiar ou não os agentes envolvidos na repressão, nos casos de tortura?

Comparato – Sim, trata-se da alegação de crimes conexos que teriam sido cometidos por presos políticos e torturadores. Tecnicamente, a conexão criminal supõe uma unidade de objetivos. Por exemplo, um ladrão para roubar acaba matando. Esta seria a única forma que ele tinha para poder se apropriar do bem almejado. No caso da tortura, não existe a menor possibilidade de se imaginar uma unidade de propósito, porque de um lado havia agentes que praticaram crimes contra a segurança nacional, contra o Estado, e por outro lado, agentes estatais que praticaram crimes contra os primeiros. Ninguém pode imaginar que os autores de manifestações contra o governo militar tivessem a mesma unidade de propósito que os agentes torturadores. A impossibilidade de anistia para quem praticou a tortura se consolidou após a Segunda Guerra Mundial. E hoje faz parte do conjunto de princípios de direito internacional. Os juristas do governo sabem disso. O que mais me dói é verificar que alguns deles - que foram meus amigos e que são competentes - sustentam teses absurdas. Eles sabem que defendem algo não verdadeiro e, no entanto, permanecem com pompa e rigor nessa posição indigna.

Desenvolvimento – Em termos práticos, o que isso significa?

Comparato - Trata-se de saber se o Estado brasileiro vai cumprir ou não a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos. Não se discute mais se a sentença é correta do ponto de vista jurídico. Se o Estado não cumprir a sentença, ele se coloca automaticamente fora da lei no plano internacional.

Desenvolvimento – Ao mesmo tempo, se olharmos para o lado dos direitos sociais, não podemos dizer que houve uma melhoria no padrão de vida da população? Isso não significa uma melhoria no tratamento dos direitos humanos no Brasil?

Comparato - Sem dúvida, há uma melhoria No passado, a população pobre não achava que tinha direito à alimentação, à educação e à saúde. E até hoje isso ainda não entrou na mentalidade popular como direito. É preciso ver também que os grandes, os ricos, estão muito melhores hoje que antes. Assim, mantém-se um sistema capitalista de absoluta separação entre os que mandam e os que sofrem. Ou seja, quem pode manda, obedece quem tem juízo. Vou dar apenas um dado. Ao terminar o exercício de 2010, o estoque da dívida pública federal foi R$ 1,7 trilhão. O montante dos juros pagos em 2010, segundo o Banco Central, foi cerca de 5,4% do PIB. Ou seja, algo em torno de R$ 195 bilhões. Quanto é que foi pago para o Bolsa Família? Nem 10% disso. Para pagar esses juros foi preciso cortar despesas.

Desenvolvimento – O senhor se opôs às privatizações de empresas estatais nos anos 1990. Que balanço faz daquele processo hoje?

Comparato - Estou cada vez mais convencido de que aquilo foi um crime contra o patrimônio nacional. Se nós tivéssemos tido uma evolução humanista da mentalidade coletiva e uma verdadeira democratização, e não essa falsa democratização que se diz ter ocorrido em 1988, os autores desse crime deveriam ser julgados. O episódio da venda da Companhia Vale do Rio Doce, por exemplo, revelou até que ponto o Poder Judiciário sofre a dominação do poder capitalista. Vou contar um episódio que não foi divulgado, mas é o retrato dessa submissão. Foi proposta uma ação popular contra a privatização, em uma vara da Justiça Federal em São Paulo. Em seguida, foi concedida uma liminar para suspender o leilão, que deveria ocorrer na bolsa do Rio de Janeiro. O governo da época apresentou recurso contra essa liminar ao Tribunal Regional Federal, que manteve suspensão. Em seguida, o governo produziu um recurso inexistente para que o processo chegasse ao Superior Tribunal de Justiça. No STJ, armou-se todo um cerco em torno dos desembargadores, sobretudo daquele a quem foi distribuído o processo. Esse desembargador, imediatamente, deslocou a jurisdição do caso de São Paulo para o Rio de Janeiro. Lá, o caso chegou às mãos de uma juíza. Mais tarde, segundo seu próprio relato, ela recebeu um comunicado pessoal de outro juiz, dizendo ser ela obrigada a reformar a sentença oficial e julgar improcedente a ação popular proposta. Até hoje, ainda não há uma solução para isso, porque a Vale do Rio Doce e o governo federal multiplicaram recursos. Chegamos até o Superior Tribunal Federal, mas ainda não conseguimos uma decisão definitiva, mais de uma década depois. Isso é o retrato da Justiça neste país.

Desafios – Que crime o senhor alega terem sido cometidos nas privatizações?

Comparato - Os bens públicos não pertencem ao Estado, eles são geridos, administrados pelo Estado. Pertencem ao povo brasileiro. A Vale do Rio Doce não foi vendida, foi doada. Em seu processo de avaliação, participou o banco que acabou sendo um dos compradores. Eu digo crime não no sentido técnico, mas num sentido mais profundo: um patrimônio de importância econômica e política considerável foi tirado da propriedade do povo e foi entregue a pessoas privadas. O conjunto dos meios de comunicação de massa foi unânime em sustentar as privatizações.

Desenvolvimento – Com isso tudo, o senhor é um otimista ou um realista?

Comparato - Detesto essa palavra realismo. O realismo significa que sou a favor do status quo, conservador, senão reacionário. Eu enxergo a história no seu longo termo. E nesse longo termo há um avanço ético incontestável. Nós avançamos cada vez mais no sentido do reconhecimento da dignidade da pessoa humana. Os recuos são muito limitados e imediatamente superados. O que é preciso é que nós que queremos influir no processo histórico tenhamos um método, que é aquele que foi idealizado pela resistência francesa na Segunda Guerra Mundial contra os nazistas. Ele se compõe de três perguntas fundamentais: quem somos, o que queremos e contra quem lutamos. Isto é o que procuramos ensinar na Escola de Governo. Quem somos? Não existe ação política individual. Precisamos saber com quem contamos, que são as pessoas que têm a mesma visão de mundo, não importa se elas são de diferentes religiões e tradições culturais. O que queremos? Aí entra muito a capacidade de construção do jurista. Quando vamos avançar politicamente, nós precisamos construir uma organização determinada. Não basta dizer: queremos o socialismo. O que significa isso? Existem mais de uma centena de socialismos. É preciso dizer exatamente quem terá o poder e como se controla o poder. Esse “o que queremos”, na Escola de Governo, obedece a três grandes princípios: o princípio republicano, democrático e de Estado de Direito. O princípio republicano: o bem comum do povo está acima de qualquer interesse particular, seja de classe, igreja, sindicato, partido político. Toda vez que um direito particular entre em conflito com o bem comum do povo, ele tem de ser posto de lado. O princípio democrático significa que só o povo tem o poder de controle em última instância. O poder de controle do povo significa o poder de responsabilizar os governantes. E, finalmente, o princípio do Estado de Direito, que significa que não pode haver poder sem controle.

Fonte: Revista do Ipea - Desafios do Desenvolvimento
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O Deputado Hamilton Pereira é sem dúvida um dos legisladores mais corretos e atuantes na ALESP. Tenho muito orgulho do deputado por ser uma pessoa sária, transparente e de uma honestidade invejável. Continue assim companheiro, um grande abraço!Joildes Ferreira da Silva | São Paulo
Companheiro Hamilton. Parabéns pela sua atuação.
Quero reiterar meu pedido a você sobre a documentação da CPI da Ferrovia. Acredito que está na hora da nossa região rediscutir o passado, presente e futuro desse seguimento tão importante como instrumento de ajudar a resolver os problemas de Transportes e Trânsito.
Abraço.
Jorge Luiz | Itapetininga
Parabéns pela atitude de brigar pelo trem de passageiros para Sorocaba. A ferrovia deve ser priorizada e só assim acabaremos com os diversos problemas de congestionamentos das estradas, além de poluir muito menos. Continue brigando para que esse projeto se torne realidade!Osmar
Prezado Deputado Hamilton e seus assessores, companheiros de muitas lutas, nós, agentes penitenciários, esperamos e agradecemos sempre a dedicação que VSª trata a nossa classe, tão sofrida e arrochada como as outras do funcionalismo. Muito obrigado. DEUS lhe abençõe sempre. Abraços.Ademir Ribeiro Salles | Sorocaba
Parabéns Hamilton. Trabalho no P.A. de Votorantim e agradeço tudo o que tem feito por nossa cidade e a população que tanto necessita de ajuda. Que Deus te dê muita saúde para sempre contarmos com a sua honestidade e amizade.Marisa Pereira | Votorantim
Parabéns e obrigado por todo durante todos esses anos. Que Deus continue lhe abençoando em todos os segmentos de sua vida e lhe dando saúde e sabedoria para lutar pelo nosso povo. Conte sempre com o meu voto. Um abraço.Ivan Fonseca dos Santos | Capão Bonito
Parabéns ao Deputado Estadual Hamilton Pereira pelo belíssimo trabalho atuante realizado em nossa região, e a participação efetiva colaborando com a regularização e titularidade das terras da Comunidade Quilombo do Cafundó de Salto de Pirapora, vamos em frente pois temos muito que conquistar ainda, um forte abraço.Adriano Vincler de Campos | Salto de Pirapora
Prezado Hamilton,
Continue trabalhando para concretizar a proposta da Região Metropolitana de Sorocaba - RMS. Há muito que você tem visão de futuro e sabe propor idéias progressistas em prol de Sorocaba e região. Como você já comentou trata-se de uma bandeira apartidária e os políticos de Sorocaba e região devem trabalhar em conjunto. A configuração da RMS certamente facilitará diversas ações conjuntas para o desenvolvimento da região, portanto todos têm a ganhar com isso. Um abraço.
Claudemir | Rio de Janeiro
Quero neste ato e momento parabenizar o Exmo Dr. Hamilton Pereira, Deputado Estadual que tem sido um guerreiro das causa democráticas, lutador pela 16ª Região Administrativa de Itapeva, esta que emancipará definitivamente nossa Região.
Fraternalmente,
Com. Profº. Rui Gomes Pinheiro
PCdoB - Itapeva -SP
Rui Gomes Pinheiro | Itapeva
Obrigada Sr Hamilton pela sua atitude como político e cidadão. Através do email que mandei pro Sr, pelo facebook sobre as crianças do parque Vitória regia que estão aprendendo inglês, O Sr Lucio entrou em contato comigo e está planejando uma reunião com o vereador Izídio para nos ajudar e eu acredito que tanto da parte dele, como da sua parte e Partido, farão o melhor pelas criancas. Muito obrigado in advanced.Neusa Ferraz | sorocaba
Eu sempre votei em você, admiro seu trabalho da forma democrática que age e da sua fala direta e objetiva para com o povo.
"quem está perdido em deus está achado neste mundo"
(Padre Fábio de Melo)
Um abraço, que deus ilumine seus caminhos e sua família, para que continue a fazer bons trabalhos e amenizar a vida do povo brasileiro.
Maria Luiza
Maria Luiza Dias | sorocaba
SEMPRE ESTIVE AO SEU LADO E ENQUANTO ESTIVER VIVO, ESTAREI. AQUI VOCÊ JAMAIS PERDERÁ UMA ELEIÇÃO PRA DEPUTADO ESTADUAL. VOCÊ E O BOLINHA (EM MEMÓRIA) SÃO POUCOS QUE SOBRARAM DA NOSSA LUTA. ABRAÇO DO AMIGO IRMÃO >> RETRATOJOSE LUIZ DE AMEIDA | VOTORANTIM
Desde que conheci essa pessoa, o dep. Hamilton, sempre votei nele e voto enquanto ele for candidato, pois admiro seu trabalho. É um voto válido pois ele trabalha para o povo! Parabéns, continue sempre assim. Abraços desse que te admira!AGUINALDO TAVARES | Sorocaba
Sr. Hamilton, eu sou um admirador do seu trabalho. O senhor é um DEPUTADO de muita fibra naquilo que faz, com Amor e muita luta! Estou sempre acompanhando seu trabalho, eu passei admirar o trabalho do PT desde que o LULA foi PRESIDENTE. Eu sempre fui um eleitor do partido do Maluf, porque trabalhei para ele por 25 anos. Hoje minha visão é outra: estou com o PT e não abro mão! Um abraço.joão batista martins | Salto
Que bom ver seu sucesso radiante para um grande HOMEM como você. Obrigado pela força dada há 24 anos atrás, no início do assentamento (Caic). Que a luz Divina brilhe cada vez + em torno de ti e de tua fami]ília. Deus vos abençoe sempre (NICINHA)Cléo Barbosa | Porto Feliz
Moro na Bahia há 13 anos...Fui fundador e Presidente do PT de Ibiúna e Coordenador da Micro Região do PT (Ibiúna, Vargem Grande, Mairinque, São Roque e Piedade). Fico imensamente feliz em ter participado da sua campanha ainda para o primeiro mandato... Me lembro muito das companheiras Ordana e Mara, ferrenhas defensoras na fase embrionária do seu nome no PT de sorocaba. Parabéns por permanecer com sua postura ética e com os ideias do PT que criamos.
Sucesso sempre !
Um abraço desde a Bahia
Waldo Andrade | Salvador
Parabéns Hamilton pela sua atuação sempre ética e voltada aos interesse do povo. Não existe melhor liderança que aquela dada pelo exemplo. Tenha certeza que você é um exemplo de político que queremos nos representando.EMANOEL PORFIRIO DE DEUS | SOROCABA
Parabéns pelo Projeto de Lei n. 463/11. Estamos precisando mesmo de boas propostas e esta é uma que terá todo o apoio e agradecimento da sociedade, sobretudo, das centenas de famílias que tem um membro desaparecido. O banco de dados e a troca de informações que possibilitará e estará disponível em um sistema, vai ajudar - e muito - a amenizar a dor de muitas pessoas. Abraço, companheiro.JORGE OLIVEIRA | Araras/SP
Para conhecimento de todos servidores públicos Estaduais de Sorocaba e Região, o deputado Hamilton Pereira esteve na Superintendência do Iamspe, para saber da possibilidade de contratação de mais um Hospital para atender os servidores publicos estaduais de Sorocaba e Região.
Que bom sabermos que ninguém precisa pedir nada ao Deputado Hamilton , quando ele fica sabendo de um problema ele coloca-se a disposição para ajudar a resolver.
Muito obrigada Deputado.
Maria Angela | Sorocaba
QUE HOJE SEJA SOMENTE MAIS UM DIA DE LUTA E VITÓRIA NESTA CAMINHADA DE DECISÕES SERENAS QUE SEMPRE PAUTARAM TUA EXISTÊNCIA, DEUS TE PROTEJA E TE ILUMINE PARA CUMPRIRES COM ÊXITO A MISSÃO POR TI ESCOLHIDA E ABENÇOADA PELO ALTO!EDINO VIEIRA DE CAMARGO | CESARIO LANGE
Sobre PL 463/11 das pessoas desaparecidas, também vale lembrar que há entre elas pessoas com deficiência intelectual e/ou comportamental, como por exemplo autistas, dada suas especificidades. Abraços. Regiane Nascimento - Movimento Pró AutistaRegiane Nascimento | Sao Paulo
Prezado Deputado Hamilton Pereira

Foi com grande satisfação que li o seu Projeto de Lei nº577, encaminhado a Assembleia Legislativa, que prevê a regionalização e humanização da Perícias Médicas dos funcionários e servidores Estaduais. Sou Funcionária Publica e quero parabenizá-lo pela iniciativa e me colocar a sua disposição para uma ampla mobilização junto aos demais Deputados, para que esse projeto seja aprovado.
Receba um forte abraço
Viviane Giampauli
VIVIANE GIAMPAULI | São Paulo
Caro Companheiro! É com muita honra que assino embaixo a solicitação de visita ao bairro de Maylasky. É um bairro com muita história para deixá-lo largado como está. Bjs a todos
Elenice(São João Novo) - São Roque
Elenice Ratajczyk | São Roque
Um outro olhar para a política de busca a desaparecidos é possível, necessária e urgente. Parabéns Hamilton pela coragem e comprometimento com todos nós. Somos famílias de pessoa desaparecidas e sentimos na "pele" a falta de rede qie integre todos os serviços.Celina Aparecida Simões
Belíssima luta a do Hamilton. Temos um caso de desaparecimento de um irmão da Isabel, há 20 anos já. A família até hoje nutre esperanças de sua volta. Portanto essa luta do Hamilton vai encontrar respaldo em quase todas as famílias brasileiras. Quase todos nós temos um vazio em família. A luta é admirável e só poderia vir de uma pessoa com um senso de fraternidade tão forte como o Hamilton. Parabéns a ele e a todos voces que lutam a boa luta. Abraços e votos de sucesso, estamos juntos, como sempre. Drausio/BelDrausio/Bel
Parabéns pelos seus projetos espero que consiga ter apoio dos demais, pois você é um lutador. Abraços desta sua eleitora!Luiza Alamino | sorocaba
Caro Deputado:
É com imenso prazer que entro nessa luta juntamente com o PT.
Reconheço o tamanho do seu esforço, da sua simplicidade e da sua capacidade. É por isso e muito mais que me presto a ser sua seguidora, já que Sorocaba tem um homem de integridade pura e verdadeira.
Parabéns pelo seu belo trabalho, e que isso sirva de exemplo para nosso país!!!!!
Luciane Aparecida Bezera | Sorocaba
Aqui é o filho do senhor Sergio Lobo.
Eu queria te desejar um ano cheio de surpresas e lembranças!!!
Gabriel Lobo | Quadra
Puxa vida Hamilton, parece que foi ontem o primeiro mandato. Parabéns pelo 5.º e que Deus continue iluminando sua jornada. Força Hamiltão!Cláudio Maffei | Porto Feliz
Receba meu caro companheiro deputado meus efusivos cumprimentos pelo quinta mandato consecutivo, prova maior da qualidade e valor de seu trabalho parlamentar.
Muita força para continuar firme no difícil enfrentamento político que fazemos, em SP, ao consórcio demo-tucano. Abraço militante de um sorocabano de nascença.
José Ivo Vannuchi
PARABÉNS HAMILTON PELO SEU 5º MANDATO! MUITA SAÚDE, TRABALHO E PAZ. CONTE COM A GENTE.
UM GRANDE BEIJO A VOCÊ E SUA FAMILIA.

BOMBEIRO CARLI

PRESIDENTE DA AMO WANEL (Associação dos Moradores do Wanel Ville) e DIREÇÃO.
PEDRO CARLI | SOROCABA
Quero parabenizar o nobre deputado por mais uma posse, pelo novo site de ótima navegação e estética, bem como toda sua equipe que tão gentilmente sempre nos atende. Assessores, funcionários e colaboradores formam uma grande família e sempre nos sentimos em casa. Que esses próximos anos sejam de muito trabalho e de muitas conquistas. Grande abraço a todos que fazem parte dessa grande família!Fabio Regino Sacco
O Sindicato dos Traalhadores Rurais de Juquiá o parabeniza por mais um mandato e, com certeza, será de muitos trabalhos e muitas realizações! Parabéns Abraços

Sueli Ilario | Juquiá
Simples e sincero!

Parabéns Hamilton Pereira!

Sandro Dellevedove | Laranjal Paulista - SP
Sucesso!! Essa é a palavra para definir esse quinto mandato, tudo que o companheiro Hamilton se propôs a fazer na esfera política tem como base a ética e, quando se tem adjetivos inquestionáveis como a ética, o resultado não poderia ser outro! Sucesso companheiro Hamilton, Sorocaba e toda região merecem ser representados por você e Araçoiaba da Serra precisa da Sua FORÇA!!!Mara Melo | ARAÇOIABA DA SERRA
Parabéns Deputado Hamilton Pereira! Muito sucesso em mais um Mandato!
Renato Oliveira- Presidente da SAB - Sorocaba Park/Sta Catarina 1e2 - Sorocaba
Renato Oliveira - Presidente da SAB-Sorocaba Park/Sta Catarina 1e2 | Sorocaba
O que é administrar uma cidade, um país????? Hoje isso está bem claro para todos os Brasileiros. Agora o povo de Sorocaba precisa e anseia que você traga a luz da verdadeira política e faça o que melhor sabe fazer! Que venha 2012! bjssssAntonia Leticia Toledo | Araçoiaba da Serra
Desejo muitas felicidades e sucesso! Abraços, Fernanda.Fernanda Ruas | Sorocaba
Parabéns Deputado Hamilton Pereira, sua posse significa que a LUTA CONTINUA COMPANHEIRO...Juvenil / vice-prefeito de Salto | Salto
Parabéns, Hamilton.
Sucesso em mais um mandato.
Sarapuí e região agradecem ao nobre Dep. Hamilton pelo excelente trabalho desenvolvido.
Deus te Abençoe companheiro!
Wellington (Étinho) | Sarapuí
Parabéns por mais um mandato! Que Deus o abençoe para que seja definitivamente a voz dos assentados para conquistar os benefícios necessários ainda pendentes. Um abraço.Reginaldo Bernardino | Porto Feliz
PARABÉNS HAMILTON PELO 5º MANDATO! SOMENTE OS QUE REALMENTE BUSCAM A DEMOCRACIA, VENCEM OS OBSTÁCULOS QUE APARECEM NO CAMINHO. SUCESSO E UM FORTE ABRAÇO!PROF. NIVALDO DUARTE | JACUPIRANGA
Parabéns deputado Hamilton Pereira pelo 5° mandato. Sabemos da sua dedicação para com Sorocaba e região. O PT de Sorocaba sente-se orgulhoso de ter no parlamento estadual um represente dedicado e atuante como você. Um grande abraço!José Carlos Triniti Fernandes | Sorocaba
Deputado Hamilton, parabéns por mais um mandato!!!Giselle Barros | Porto Feliz
Parabéns deputado Hamilton !Jornal da Band | Sorocaba
É uma grande alegria estar aqui para felicitá-lo nesta nova caminhada! Peço a Deus que lhe dê sabedoria, discernimento e muita saúde! Parabéns!Eduardo Anselmo Domingues Neto / vereador de Ibiúna | Ibiúna
Desejo ao Hamilton e toda a sua equipe muito sucesso neste novo mandato... que Deus os abençoe nesta empreitada. Um forte abraço a todos !Francis Fernando da Silva | Sorocaba
Desejo ao deputado mais um mandato profícuo, de muitas realizações na vida profissional e também na vida pessoal! Parabéns!José Carlos do Nute Rodrigues - Prefeito de Itaporanga | Itaporanga
O Diretório Municipal de Rinópolis parabeniza o deputado pelos seu 5º Mandato, que vem mais uma vez mostrar a força do seu trabalho!Alessandro Aparecido Pereira de Faria | Rinópolis
Quero paranebizar o Deputado Hamilton Pereira pela sua 5ª legislatura! Desejo muito sucesso e luta! Renan Santos - Presidente PCdoB Sorocaba / Presidente DCE - UNISO.Renan Santos | Sorocaba
Parabéns deputado Hamilton! Que você continue fortalecendo a democracia deste país! Abraços!Sebastião Carlos Odoni | Presidente Prudente
Dignidade e Competência! Parabéns Hamilton por mais um mandato!!!Ana Carolina | Porto Feliz
Parabéns Hamilton para mais um mandato que com certeza será de muita luta e trabalho.Marcelo Hespanhol | Porto Feliz
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